O EXTREMO CENTRO

Desde os bancos da escola de Direito no Largo de São Francisco acompanho o sectarismo de esquerda e de direita. A divisão dos pensamentos ideológicos em lados opostos marcando os regimes comunista e fascista como de extrema esquerda e de extrema direita e colocando a democracia no centro das discussões.

O que faz com que os extremos se tornem parecidos? No comunismo o Estado está no centro de tudo. No fascismo há veneração ao Estado. No comunismo há um líder abençoado. No fascismo o líder é o pai da nação. Não há democracia em ambos os regimes. As liberdades são limitadas, quando existem.

No campo econômico, inicialmente, os comunistas admitiam tudo sob o controle do Estado, mas passaram a considerar a economia mista. Os fascistas adotavam a economia mista.

O que torna então comunistas e fascistas diferentes? Hoje em dia absolutamente nada. São iguais, igualmente cegos às verdadeiras necessidades do povo; são iguais, igualmente sedentos de Poder para si com o objetivo de governar a vida dos outros desrespeitando o livre arbítrio, as liberdades individuais e alegando que tudo se faz em nome do bem coletivo.

O PT, Lula e Dilma agem como fascistas, mencionou outro dia um amigo. Ele está certo. Há desrespeito ao povo. Tratar a sociedade como um grupo de idiotas repetindo palavras de ordem tentando fazer com que suas mentiras se tornem verdades pela repetição é uma ofensa ao cérebro humano. É uma ofensa a todos os brasileiros

O brasileiro está desejoso de Liberdade. Saimos de um governo totalitário militar, passamos por uma fase embrionária de democracia e agora vivemos a farsa petista.

O brasileiro quer ser respeitado. Quer que seu dinheiro, hoje sugado em forma de inúmeros tributos pelo Estado, seja bem utilizado e lhe retorne em forma de serviços de qualidade como educação e saúde; que ajude os menos necessitados a se tornarem cidadãos de respeito, permitindo-lhes emprego honesto e capacidade de ascender socialmente por seu esforço, por seu mérito.

Ao mesmo tempo quer ser menos explorado e pagar menos impostos, quer testemunhar o Poder Judiciário isento e verdadeiramente justo, que saber que a polícia não é corrupta, quer ver as cidades com serviços de transportes eficiente.

O brasileiro quer ter o direito de ganhar o seu dinheiro e de fazer dele o que desejar. De poupar, de gastar com estudos, viagens, casa na praia. O brasileiro quer ter o direito de ascender socialmente por seu esforço.

O brasileiro quer que programas sociais sejam implementados sempre e quando ajudem as pessoas a se libertarem de condições degradantes e que lhes permitam seguir adiante com suas próprias pernas.

O brasileiro quer que a Liberdade, a livre iniciativa e as ações dos particulares sejam valorisados.

O brasileiro quer a vida em equilíbrio. O brasileiro quer o extremo centro.

Vamos devolver o Poder ao Povo!

6 ideias sobre “O EXTREMO CENTRO

  1. Queremos um estado mais enxuto, mais eficaz e com menos regalias…
    Queremos escolas descentes, hospitais hospitaleiros e com recursos para atender todos com dignidade…
    Queremos respeito e bom atendimento em todas as repartições públicas.
    Queremos passar o mês com um salário digno. Que possa comprar o básico.

  2. Primeiramente devemos depurar as Câmaras publicas, municipais, estaduais e federal, a Câmara e o Senado, implementar, implantar uma verdadeira assepsia, ética, moral, como também em todo o meio público, idem no executivo, mo judiciário.

    Outra coisa, se hoje, a Dívida Ativa, dos entes federados, todos, prefeituras, estados, união, Inss, fossem resgatados……

    Já pensou também num combate permanente contra a sonegação e tantas outras práticas semelhantes..

    Abraços.

    • Temos que diminuir o tamanho do Estado. Hoje temos um Estado gigante e fraco. Precisamos de um Estado pequeno e forte. Capaz de oferecer os serviços básicos com qualidade e deixar o resto com os particulares.

  3. Texto obrigatório para quem quer começar a entender que o “caminho” da liberdade passa pelo Centro.
    Não temos “rodoanel” neste campo de batalha.
    Obrigado Marino, pelo bom café e pela boa conversa de ontem (01/Set/2016)
    um abraço,
    Marcelo Bueno

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